Corro, eu não tenho mais o tempo pra perder
Essas palavras só importam pra quem lê
A morte já me levou tanto e ainda pede mais
Choro: Meu amor, venha me ver, estou aqui
Me faça um filho, jogue água no jardim
Minha liberdade é justamente poder ir e ficar
Gatos, quintal, um dia de sol
Eu só deixei meu corpo me dizer pra onde eu vou
E planto agora a flor mais bela
A nossa pedra fundamental
E os corpos que partiram nutrirão a nossa terra
Da flor, o tronco, do tronco, a fresta
Por onde vemos quem já foi em festa
E ela surge ali
Catedral
O sol encerra a noite
Eu já não sinto medo afinal
Te tenho pra mim hoje
E rogo um beijo ao céu, catedral
Catedral
O dia em que meu pai partiu, alguém nasceu
Na hora em que tudo aconteceu
A padaria serviu pães, o hospital fez mães
Alguém me disse adeus
Por isso, agora eu faço a nossa casa
Decido pela farsa mais brilhante
Se os homens ruins e os homens bons
São no fundo os mesmos homens
Não temo, me movo
Façamos cafés da manhã
Marquemos um encontro
Na nossa cozinha
Ensinemos Francisco a andar
Sob a luz da magnífica
Catedral
O sol encerra a noite
Eu já não sinto medo afinal
Te tenho pra mim hoje
E rogo um beijo ao céu, catedral
E quando o sol banhar a terra
Na manhã depois que nós nos despedimos
Haverá tristeza e choro e haverá gente sorrindo
Assim são todos os dias
Depende de quem está vivendo
Que sorte, então, a nossa estarmos
Bem agora, vivos
Aqui relendo essa música
Que deixa tudo mais concreto
E traz um pouco mais pra perto
A minha paz
Partiremos os dois tranquilos
Moraremos nesses versos
Vivos quando nós dois já
Não mais
Essas palavras só importam pra quem lê
A morte já me levou tanto e ainda pede mais
Choro: Meu amor, venha me ver, estou aqui
Me faça um filho, jogue água no jardim
Minha liberdade é justamente poder ir e ficar
Gatos, quintal, um dia de sol
Eu só deixei meu corpo me dizer pra onde eu vou
E planto agora a flor mais bela
A nossa pedra fundamental
E os corpos que partiram nutrirão a nossa terra
Da flor, o tronco, do tronco, a fresta
Por onde vemos quem já foi em festa
E ela surge ali
Catedral
O sol encerra a noite
Eu já não sinto medo afinal
Te tenho pra mim hoje
E rogo um beijo ao céu, catedral
Catedral
O dia em que meu pai partiu, alguém nasceu
Na hora em que tudo aconteceu
A padaria serviu pães, o hospital fez mães
Alguém me disse adeus
Por isso, agora eu faço a nossa casa
Decido pela farsa mais brilhante
Se os homens ruins e os homens bons
São no fundo os mesmos homens
Não temo, me movo
Façamos cafés da manhã
Marquemos um encontro
Na nossa cozinha
Ensinemos Francisco a andar
Sob a luz da magnífica
Catedral
O sol encerra a noite
Eu já não sinto medo afinal
Te tenho pra mim hoje
E rogo um beijo ao céu, catedral
E quando o sol banhar a terra
Na manhã depois que nós nos despedimos
Haverá tristeza e choro e haverá gente sorrindo
Assim são todos os dias
Depende de quem está vivendo
Que sorte, então, a nossa estarmos
Bem agora, vivos
Aqui relendo essa música
Que deixa tudo mais concreto
E traz um pouco mais pra perto
A minha paz
Partiremos os dois tranquilos
Moraremos nesses versos
Vivos quando nós dois já
Não mais

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