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Estrela / CajuĂ­na ~ Juliette

B ~ 18:13 B

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HĂĄ de surgir
Uma estrela no cĂ©u cada vez que ocĂȘ sorrir
HĂĄ de apagar
Uma estrela no cĂ©u cada vez que ocĂȘ chorar

O contrårio também bem que pode acontecer
De uma estrela brilhar quando a lĂĄgrima cair
Ou entĂŁo
De uma estrela cadente se jogar
SĂł pra ver a flor do seu sorriso se abrir

Hm, Deus farĂĄ
Absurdos, contanto que a vida seja assim
Assim, um altar
Onde a gente celebre tudo que Ele consentir



Existirmos: Ao que serĂĄ que se destina?
Pois quando tu me deste a rosa pequenina
Vi que és um homem lindo e que se acaso a sina
Do menininho infeliz nĂŁo se nos ilumina

Tampouco turva-se a lĂĄgrima nordestina
Apenas a matéria vida era tão fina
E éramos olharmo-nos, intacta retina
A cajuĂ­na cristalina em Teresina

Existirmos: Ao que serĂĄ que se destina?
Pois quando tu me deste a rosa pequenina
Vi que és um homem lindo e que se acaso a sina
Do menininho infeliz nĂŁo se nos ilumina

Tampouco turva-se a lĂĄgrima nordestina
Apenas a matéria vida era tão fina
E éramos olharmo-nos, intacta retina
A cajuĂ­na cristalina em Teresina

Existirmos: A que serĂĄ que se destina?

Estrela / CajuĂ­na ~ Juliette
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