Você confessa que mesmo com ela
Me vê na tela branca do teto
Me escuta no barulho dessas portas
Me chama em segredo pra onde os limites são soltos
Penso que é questão de tempo
De um pequeno empurrão
Ou de um maldito sopro
Pra que tenhamos nossa vez
Nosso intervalo, nossa ocasião
Mas te vejo como uma estátua de mármore
Beleza estacionada
Não se aprisiona água numa pedra de gelo
Porque nada
Nada é tão permanente assim
Você confessa que mesmo com ela
Me vê na tela branca do teto
Me escuta no barulho dessas portas
Me chama em segredo pra onde os limites são soltos
Penso que é questão de tempo
De um pequeno empurrão
Ou de um maldito sopro
Pra que tenhamos nossa vez
Nosso intervalo, nossa ocasião
Mas te vejo como uma estátua de mármore
Beleza estacionada
Não se aprisiona água numa pedra de gelo
Porque nada
Nada é tão permanente assim
Eu sei, difícil é largar do apego
Eu já estive nessa página
Mas muitas são as esquinas e as felicidades
E nada
Nada é tão permanente assim
Me vê na tela branca do teto
Me escuta no barulho dessas portas
Me chama em segredo pra onde os limites são soltos
Penso que é questão de tempo
De um pequeno empurrão
Ou de um maldito sopro
Pra que tenhamos nossa vez
Nosso intervalo, nossa ocasião
Mas te vejo como uma estátua de mármore
Beleza estacionada
Não se aprisiona água numa pedra de gelo
Porque nada
Nada é tão permanente assim
Você confessa que mesmo com ela
Me vê na tela branca do teto
Me escuta no barulho dessas portas
Me chama em segredo pra onde os limites são soltos
Penso que é questão de tempo
De um pequeno empurrão
Ou de um maldito sopro
Pra que tenhamos nossa vez
Nosso intervalo, nossa ocasião
Mas te vejo como uma estátua de mármore
Beleza estacionada
Não se aprisiona água numa pedra de gelo
Porque nada
Nada é tão permanente assim
Eu sei, difícil é largar do apego
Eu já estive nessa página
Mas muitas são as esquinas e as felicidades
E nada
Nada é tão permanente assim

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