Quando ~ Luísa Sonza

B ~ 21:35 B

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Quando eu deitar nos teus braços
Cê preencher o espaço
Que por medo eu guardei

Quando eu fingir um descaso
Por terrores passados
Que eu vivenciei

Quando os destinos trocados
Se enfiarem em espaços
Que ainda não curei

Prometa não me endurecer
Prometa nos proteger
Prometa reconhecer, hum

Amor é um grito, é tirano
Mas que rio, oceano
Eu pulo por querer

Amor é sagrado, é profano
E eu amo, eu te amo
Eu me afogo em você

Quando, por acaso ou destino
Separarem os caminhos
O elo se enfraquecer

Quando esfriar a paixão
Nos faltar coração
Tudo se estremecer

Tenta não me esquecer
Tenta não me perder
Tenta eu e você, tenta

Amor é um grito, é tirano
Mas que rio, oceano
Que eu pulo por querer

O amor é sagrado, é profano
E eu amo, eu te amo
Eu me afogo em você

O amor é um grito, é tirano
Mas que rio, oceano
E eu pulo por querer

O amor é sagrado, é profano
E eu amo, eu te amo
Eu me afogo em você

Quando ~ Luísa Sonza
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