Vai, vai, vai, vai, eu vou
Vai, vai, vai, vai, eu vou
Vai, vai, vai, vai, eu vou
Vai, vai, vai, vai, vai
Pode me dar corda que tu gosta de mim
Sei que lá no fundo tá querendo maldade
Pó parar de show, tu já me viu de calcinha
Cada despedida, nós para na metade
O corpo tá molhado, eu tô tipo oceano
Sei que tá maluco pra me devorar
No meio da rua, todo mundo olhando
Até quem tá de fora tá querendo entrar
Ó, saudade de como tua língua conhece minha boca
Ó, saudade, pode ser que eu volte pra me entregar toda
Vai, vai, vai, vai, eu vou
Vai, vai, vai, vai, te dar
Vai, vai, vai, vai, amor
Vai, vai, vai, vai
♪
Que eu não vou em mandinga de ninguém
Foi mamãe que ensinou a vigiar
Não vou morar nas asas de ninguém
Nem me apequenar pra te agradar
Eu não vou em mandinga de ninguém
Foi mamãe que ensinou a vigiar
Não vou morar nas asas de ninguém
Nem me apequenar pra te agradar
E, por amar demais, eu já sofri
Não diga que não me viu chorar
Mas se tem uma coisa que me mantém
É saber sempre a hora de voltar
Não carrego o castigo de ninguém
Nem te deixo empatar meu caminhar
Porque todas as linhas que eu tracei
Te impedem de me alcançar
Naquela noite que eu te deixei
Mil flores nasceram em seu lugar
Eu tentei te amar sem juízo
Mas alguém me mandou vigiar
Vai, vai, vai, vai, eu vou
Vai, vai, vai, vai, eu vou
Vai, vai, vai, vai, eu vou
Vai, vai, vai, vai
Deixa eu dançar, caminhar na beira
Deixa que eu sei onde eu vou chegar
Só vou parar onde o mar me espera
Canto de Ossanha não me pega
Eu não vou em mandinga de ninguém
Foi mamãe que ensinou a vigiar
Não vou morar nas asas de ninguém
Nem me apequenar pra te agradar
(BIS)
Vai, vai, vai, vai, eu vou
Vai, vai, vai, vai, te dar
Vai, vai, vai, vai, amor
Vai, vai, vai, vai
Vai, vai, vai, vai, eu vou
Vai, vai, vai, vai, eu vou
Vai, vai, vai, vai, eu vou
Vai, vai, vai, vai, yeah
♪
Sou de Nanã, Ewá, Ewá, Ewá, ê
Sou de Nanã, Ewá, Ewá, Ewá, ê
Sou de Nanã, Ewá, Ewá, Ewá, ê
Sou de Nanã, Ewá, Ewá, Ewá, Ewá
Saluba, Nanã, pode entrar, terra sente o tambor bater
Teu perfume encanta, é o batuque de Buruquê
Ô Nanã, mamãe moldou o mundo pra eu chegar
Ô Nanã, mamãe moldou o mundo pra eu viver
Deixa, deixa, deixa o tempo, deixa ficar à vontade
Ginga e força, muita fé em Oxalá
Deixa, deixa, deixa tudo que não for da tua vontade
Axé e força, o resto deixa pra lá
É de Nanã, Ewá, Ewá, Ewá, ê
É de Nanã, Ewá, Ewá, Ewá, ê
(BIS)
Da humanidade que é o útero, axé, a senhora dos pântanos, ei
Sabedoria é o silêncio, age no quieto, não faz escândalo
Que a inveja não me descubra, shh, bateu de frente, derruba
O seu axé eu celebro (axé), a bença mãe, Saluba
Desacelera, desacelera, sai dessa tela, foco na meta
Não desespera, desacelera, volta pra base, barro e terra, desacelera
Desacelera
É de Nanã, Ewá, Ewá, Ewá, ê
É de Nanã, Ewá, Ewá, Ewá, ê
(BIS)
♪
É de Nanã, Ewá, Ewá, Ewá, ê
Vai, vai, vai, vai, eu vou
Vai, vai, vai, vai, eu vou
Vai, vai, vai, vai, vai
Pode me dar corda que tu gosta de mim
Sei que lá no fundo tá querendo maldade
Pó parar de show, tu já me viu de calcinha
Cada despedida, nós para na metade
O corpo tá molhado, eu tô tipo oceano
Sei que tá maluco pra me devorar
No meio da rua, todo mundo olhando
Até quem tá de fora tá querendo entrar
Ó, saudade de como tua língua conhece minha boca
Ó, saudade, pode ser que eu volte pra me entregar toda
Vai, vai, vai, vai, eu vou
Vai, vai, vai, vai, te dar
Vai, vai, vai, vai, amor
Vai, vai, vai, vai
Que eu não vou em mandinga de ninguém
Foi mamãe que ensinou a vigiar
Não vou morar nas asas de ninguém
Nem me apequenar pra te agradar
Eu não vou em mandinga de ninguém
Foi mamãe que ensinou a vigiar
Não vou morar nas asas de ninguém
Nem me apequenar pra te agradar
E, por amar demais, eu já sofri
Não diga que não me viu chorar
Mas se tem uma coisa que me mantém
É saber sempre a hora de voltar
Não carrego o castigo de ninguém
Nem te deixo empatar meu caminhar
Porque todas as linhas que eu tracei
Te impedem de me alcançar
Naquela noite que eu te deixei
Mil flores nasceram em seu lugar
Eu tentei te amar sem juízo
Mas alguém me mandou vigiar
Vai, vai, vai, vai, eu vou
Vai, vai, vai, vai, eu vou
Vai, vai, vai, vai, eu vou
Vai, vai, vai, vai
Deixa eu dançar, caminhar na beira
Deixa que eu sei onde eu vou chegar
Só vou parar onde o mar me espera
Canto de Ossanha não me pega
Eu não vou em mandinga de ninguém
Foi mamãe que ensinou a vigiar
Não vou morar nas asas de ninguém
Nem me apequenar pra te agradar
(BIS)
Vai, vai, vai, vai, eu vou
Vai, vai, vai, vai, te dar
Vai, vai, vai, vai, amor
Vai, vai, vai, vai
Vai, vai, vai, vai, eu vou
Vai, vai, vai, vai, eu vou
Vai, vai, vai, vai, eu vou
Vai, vai, vai, vai, yeah
Sou de Nanã, Ewá, Ewá, Ewá, ê
Sou de Nanã, Ewá, Ewá, Ewá, ê
Sou de Nanã, Ewá, Ewá, Ewá, ê
Sou de Nanã, Ewá, Ewá, Ewá, Ewá
Saluba, Nanã, pode entrar, terra sente o tambor bater
Teu perfume encanta, é o batuque de Buruquê
Ô Nanã, mamãe moldou o mundo pra eu chegar
Ô Nanã, mamãe moldou o mundo pra eu viver
Deixa, deixa, deixa o tempo, deixa ficar à vontade
Ginga e força, muita fé em Oxalá
Deixa, deixa, deixa tudo que não for da tua vontade
Axé e força, o resto deixa pra lá
É de Nanã, Ewá, Ewá, Ewá, ê
É de Nanã, Ewá, Ewá, Ewá, ê
(BIS)
Da humanidade que é o útero, axé, a senhora dos pântanos, ei
Sabedoria é o silêncio, age no quieto, não faz escândalo
Que a inveja não me descubra, shh, bateu de frente, derruba
O seu axé eu celebro (axé), a bença mãe, Saluba
Desacelera, desacelera, sai dessa tela, foco na meta
Não desespera, desacelera, volta pra base, barro e terra, desacelera
Desacelera
É de Nanã, Ewá, Ewá, Ewá, ê
É de Nanã, Ewá, Ewá, Ewá, ê
(BIS)
É de Nanã, Ewá, Ewá, Ewá, ê

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